A UE pode ainda ser o lugar mais seguro do mundo para jornalistas, mas essa situação pode facilmente mudar, visto que a atual tendência para a intimidação, o assédio e mesmo o assassinato de repórteres parece continuar a intensificar-se.

A UE pode ainda ser o lugar mais seguro do mundo para jornalistas, mas essa situação pode facilmente mudar, visto que a atual tendência para a intimidação, o assédio e mesmo o assassinato de repórteres parece continuar a intensificar-se.

O nosso convidado é o jornalista de investigação Matthew Caruana Galizia, cuja mãe, Daphne Caruana Galizia, foi brutalmente assassinada em 2017 por tentar denunciar a corrupção em Malta.

Julie Majerczak, chefe do gabinete em Bruxelas da Repórteres sem Fronteiras, explicou-nos que o assassinato de jornalistas (16 mortos na UE desde 2015) é apenas a ponta do icebergue. São cada vez mais vítimas de diferentes formas de pressão, injúrias e censura. Perguntámos ao membro do CESE Christian Moos por que motivo a defesa da liberdade dos meios de comunicação social é tão importante para a UE.

Há alguma coisa que a UE deva fazer, e devem ser impostas sanções financeiras aos governos que tentam suprimir as vozes críticas e a liberdade da imprensa? Os nossos convidados revelam tudo no nosso mais recente episódio, «Sem meios de comunicação livres, não há democracia».