European Economic
and Social Committee
European Economic
and Social Committee
The European Economic and Social Committee (EESC) is the voice of organised civil society in Europe.
Find out more about its role and structure at http://www.eesc.europa.eu/en/about
The EESC issues between 160 and 190 opinions, evaluation and information reports a year.
It also organises several annual initiatives and events with a focus on civil society and citizens’ participation such as the Civil Society Prize, the Civil Society Days, the Your Europe, Your Say youth plenary and the ECI Day.
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The EESC is active in a wide range of areas, from social affairs to economy, energy and sustainability.
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The EESC holds nine plenary sessions per year. It also organises many conferences, public hearings and high-level debates related to its work.
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Here you can find news and information about the EESC'swork, including its social media accounts, the EESC Info newsletter, photo galleries and videos.
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The EESC brings together representatives from all areas of organised civil society, who give their independent advice on EU policies and legislation. The EESC's326 Members are organised into three groups: Employers, Workers and Various Interests.
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The EESC has six sections, specialising in concrete topics of relevance to the citizens of the European Union, ranging from social to economic affairs, energy, environment, external relations or the internal market.
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Na reunião plenária de setembro, o CESE adotou um parecer de iniciativa sobre as tecnologias de remoção de carbono para a descarbonização da indústria.
A adoção da Lei Europeia em matéria de Clima veio estabelecer uma meta ambiciosa de redução das emissões para 2030 e confirmar o objetivo de neutralidade climática para 2050. Para cumprir estes objetivos, será necessário implantar tecnologias de remoção de dióxido de carbono. Quanto mais lenta e débil for a redução das emissões de gases com efeito de estufa, maior será a dependência da remoção de dióxido de carbono para cumprir os objetivos do Acordo de Paris.
«A descarbonização exigirá uma transformação profunda das atividades industriais nos próximos 30 anos», afirmou Andrés Barceló Delgado, relator do parecer. «Embora já existam muitas tecnologias hipocarbónicas, o seu progresso ainda é incipiente. Serão necessários roteiros tecnológicos ambiciosos para expandir e implantar de forma generalizada estas tecnologias revolucionárias, cabendo à UE promover a inovação através dos fundos para o clima e a inovação», acrescentou.
Em função do momento em que é levada a cabo, a remoção de dióxido de carbono pode servir dois objetivos distintos: i) alcançar com maior celeridade níveis líquidos nulos de emissões, compensando as emissões provenientes de setores em que a redução é mais difícil e, deste modo, aumentando a probabilidade de permanecer dentro dos limiares de temperatura; ou ii) fazer baixar o aquecimento global para níveis inferiores aos limiares, após um pico de temperatura que tenha ultrapassado os limiares.
«O desenvolvimento de tecnologias, bem como a educação e a requalificação dos trabalhadores são determinantes para a transição ecológica na indústria transformadora. O diálogo social tanto a nível regional como a nível dos Estados-Membros e da UE deve promover a sensibilização, a aceitação e o apoio em prol da transição ecológica e justa na indústria. A fim de assegurar uma transição industrial eficaz, que não deixe ninguém para trás, será fundamental reforçar capacidades e criar projetos para definir as principais competências», declarou Monika Sitárová, correlatora do parecer. (ks)