European Economic
and Social Committee
European Economic
and Social Committee
The European Economic and Social Committee (EESC) is the voice of organised civil society in Europe.
Find out more about its role and structure at http://www.eesc.europa.eu/en/about
The EESC issues between 160 and 190 opinions, evaluation and information reports a year.
It also organises several annual initiatives and events with a focus on civil society and citizens’ participation such as the Civil Society Prize, the Civil Society Days, the Your Europe, Your Say youth plenary and the ECI Day.
Find the latest EESC opinions and publications at http://www.eesc.europa.eu/en/our-work/opinions-information-reports/opinions and http://www.eesc.europa.eu/en/our-work/publications-other-work/publications respectively.
The EESC is active in a wide range of areas, from social affairs to economy, energy and sustainability.
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The EESC holds nine plenary sessions per year. It also organises many conferences, public hearings and high-level debates related to its work.
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The EESC brings together representatives from all areas of organised civil society, who give their independent advice on EU policies and legislation. The EESC's326 Members are organised into three groups: Employers, Workers and Various Interests.
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The EESC has six sections, specialising in concrete topics of relevance to the citizens of the European Union, ranging from social to economic affairs, energy, environment, external relations or the internal market.
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Pelo Grupo dos Trabalhadores do CESE
Em média, as mulheres ganham 14% menos do que os homens na Europa. Em alguns países, a situação começa lentamente a melhorar, mas noutros está a deteriorar-se. Na União Europeia, as disparidades deverão desaparecer, em média, no século XXII, mas em países como a França prevê-se que leve mais mil anos.
São muitas as razões por trás destas disparidades: a segregação setorial (as mulheres estão sobrerrepresentadas nos setores com baixos salários); a conciliação entre a vida profissional e a vida familiar (as mulheres ocupam-se durante mais tempo do trabalho não remunerado em casa); o teto de vidro (menos de 10% dos diretores executivos são mulheres); e a discriminação pura, não obstante a lei.
Para ajudar a combater as disparidades salariais entre homens e mulheres e pôr termo à discriminação salarial, a Comissão Europeia apresentou uma proposta relativa à transparência salarial que prevê mecanismos de fiscalização do cumprimento para reforçar a aplicação do princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual ou de valor igual. A proposta apresenta o conceito fundamental de medidas vinculativas em matéria de transparência salarial e melhora igualmente o acesso à justiça.
Apesar de a transparência salarial não ser de modo algum a única medida de combate à discriminação salarial, é absolutamente fundamental para se saber quais são as estruturas que discriminam com base no género e, assim, lutar contra as disparidades salariais.
O CESE propôs a introdução de melhorias ao texto inicial da Comissão num parecer em que apela ao reforço da diretiva no sentido de assegurar que todos os trabalhadores beneficiam desta medida e não apenas os que trabalham para as grandes empresas. O êxito das medidas depende de um verdadeiro empenhamento dos parceiros sociais.
Garantir uma remuneração justa e pôr termo à discriminação salarial são dois objetivos cruciais para proteger os direitos fundamentais de todos os trabalhadores na Europa.