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The EESC brings together representatives from all areas of organised civil society, who give their independent advice on EU policies and legislation. The EESC's326 Members are organised into three groups: Employers, Workers and Various Interests.
The EESC has six sections, specialising in concrete topics of relevance to the citizens of the European Union, ranging from social to economic affairs, energy, environment, external relations or the internal market.
Na Europa, o grande potencial da energia geotérmica permanece inexplorado e a União Europeia deve agir rapidamente no sentido de adotar uma estratégia europeia para a energia geotérmica, a fim de tirar partido dos seus benefícios.
Na Europa, o grande potencial da energia geotérmica permanece inexplorado e a União Europeia deve agir rapidamente no sentido de adotar uma estratégia europeia para a energia geotérmica, a fim de tirar partido dos seus benefícios.
Na reunião plenária de outubro, o CESE assumiu uma posição inequívoca sobre o tema da energia. Num parecer elaborado por Zsolt Kükedi e Thomas Kattnig, o CESE sublinha que a produção de energia geotérmica tem emissões de gases com efeito de estufa extremamente baixas e pode desempenhar um papel fundamental na transição ecológica da UE, reduzindo a sua dependência dos combustíveis fósseis e facilitando a descarbonização.
«A energia geotérmica pode dar um contributo significativo para a consecução dos objetivos da UE de neutralidade climática até 2050», afirmou Zsolt Kükedi. «O seu potencial permanece inexplorado e a Comissão Europeia deve avançar imediatamente para a elaboração de uma estratégia global, a fim de utilizar os recursos desta energia», reiterou Thomas Kattnig.
O CESE salienta que o investimento em centrais geotérmicas pressupõe um apoio financeiro a nível nacional. Mais concretamente, serão necessários financiamentos e incentivos públicos para atrair investimento inicial e mitigar os riscos envolvidos.
Além disso, é importante notar que as alterações na política energética ou no financiamento podem ter impacto na atratividade económica dos projetos geotérmicos.
A construção de centrais geotérmicas tem riscos e esses riscos têm de ser identificados com precisão, especialmente em termos de impactos ambientais. Por este motivo, é essencial envolver as comunidades locais nesse processo, de forma a assegurar uma maior aceitação pública.
No entanto, os benefícios ambientais e climáticos da energia geotérmica superam os riscos, dado que esta é uma das melhores fontes de energia renováveis em termos de utilização dos solos, exploração dos recursos e redução da dependência das importações. (mp)
Os Estados-Membros da UE devem facilitar a participação inclusiva, a abertura e a transparência em relação à sociedade civil em todas as áreas da gestão dos resíduos radioativos. Tal aplica-se tanto às comunidades anfitriãs atuais e potenciais, especialmente tendo em conta que a produção anual de resíduos radioativos aumentará ao longo da próxima década e para além desta.
Os Estados-Membros da UE devem facilitar a participação inclusiva, a abertura e a transparência em relação à sociedade civil em todas as áreas da gestão dos resíduos radioativos. Tal aplica-se tanto às comunidades anfitriãs atuais e potenciais, especialmente tendo em conta que a produção anual de resíduos radioativos aumentará ao longo da próxima década e para além desta.
Num parecer adotado na reunião plenária de outubro, o CESE assume uma posição firme. Defende que o financiamento disponível deve ser utilizado para reforçar a capacidade dos grupos da sociedade civil, em especial as comunidades locais situadas na proximidade de instalações nucleares, de participarem de forma independente em projetos e estudos destinados a avaliar a participação e a transparência na gestão dos resíduos radioativos.
O CESE recomenda que os Estados-Membros apresentem um relatório sobre as práticas de participação do público no processo de decisão sobre a gestão dos resíduos radioativos, bem como sobre as formas de assegurar a transparência. «O CESE exorta os Estados-Membros a assegurarem a monitorização e divulgação regular de informações sobre a evolução ambiental, socioeconómico e da saúde pública relativamente à gestão dos resíduos radioativos», declarou a relatora, Alena Mastantuono.
Os Estados-Membros devem assumir todas as suas responsabilidades e não deixar às gerações futuras o ónus do tratamento dos resíduos nucleares, independentemente da natureza, do tempo de vida e do nível de risco dos mesmos.
Dado que uma percentagem elevada de combustível irradiado usado pode ser reprocessada, os materiais cindíveis devem ser reciclados, reduzindo assim a quantidade de urânio natural necessária para explorar centrais nucleares. As estratégias para a economia circular permitiriam aos Estados-Membros minimizar a quantidade de resíduos que devem ser geridos através de estratégias de gestão de resíduos.
«Os Estados-Membros devem assegurar que as avaliações dos custos do desmantelamento e da gestão do combustível irradiado e dos resíduos radioativos tenham em conta o aumento dos custos ao longo do tempo. Devem igualmente certificar-se de que o financiamento é suficiente para cobrir os custos reais», afirmou o correlator, Christophe Quarez. (mp)
O CESE insta a União Europeia a reforçar o investimento em conectividade segura e em infraestruturas e cadeias de abastecimento resilientes para garantir a competitividade no setor da IA de finalidade geral, em rápida evolução. Estas medidas são consideradas essenciais para tirar o máximo proveito da IA generativa indo ao encontro dos valores e necessidades da Europa e respeitando os direitos fundamentais.
O CESE insta a União Europeia a reforçar o investimento em conectividade segura e em infraestruturas e cadeias de abastecimento resilientes para garantir a competitividade no setor da IA de finalidade geral, em rápida evolução. Estas medidas são consideradas essenciais para tirar o máximo proveito da IA generativa indo ao encontro dos valores e necessidades da Europa e respeitando os direitos fundamentais.
No seu Parecer Exploratório – Inteligência artificial: caminho a seguir, centrado nos aspetos fundamentais da inteligência artificial (IA) de finalidade geral, o CESE salienta a necessidade de atualizar constantemente o Regulamento da Inteligência Artificial da UE devido ao dinamismo e complexidade deste setor. Embora os modelos de IA de finalidade geral sejam, em grande medida, técnicos, e a sua aplicação ocorra predominantemente no contexto das relações entre empresas (B2B), o seu impacto indireto nos trabalhadores e nos consumidores não pode ser descurado.
«Consideramos fundamental que todas as tecnologias de IA utilizadas na Europa respeitem os valores europeus, o que inclui evidentemente o Estado de direito e os direitos humanos, mas também fatores como a transparência, a credibilidade e a fiabilidade. Para beneficiarem os cidadãos, todos os sistemas de IA têm de cumprir estas condições», afirmou Sandra Parthie, relatora do parecer solicitado pela Comissão Europeia e pela Presidência húngara do Conselho da UE.
Embora apoie o Regulamento da Inteligência Artificial, o CESE salienta que o mesmo deve ser objeto de um acompanhamento rigoroso e sofrer adaptações caso se demonstre que compromete a capacidade de inovação das empresas da UE do setor da IA. Tal pode acontecer se subsistirem dúvidas quanto à forma como o regulamento deve ser aplicado ou se a sua aplicação se revelar demasiado complexa, afastando os investidores e inovadores do mercado europeu.
O CESE apelou para que a UE utilizasse os instrumentos da política de concorrência para contrariar a posição dominante das grandes empresas digitais de países terceiros no mercado europeu e combater os comportamentos abusivos e a violação das normas europeias.
A UE e os seus Estados-Membros têm de investir na inovação, a fim de criar as redes sólidas necessárias para conceber produtos de IA, melhorá-los e colher mais benefícios desta tecnologia para as pessoas e para a economia. Se a UE não apostar no desenvolvimento e na utilização da IA de finalidade geral, as empresas europeias correm o risco de se tornar menos competitivas, o que resultará na diminuição das vendas, na perda de postos de trabalho, na estagnação económica e, em última análise, na pobreza.
«Temos empresas e investigadores do mais alto nível e instalações de investigação de craveira mundial mesmo ao virar da esquina. Temos de investir muito mais na sua promoção. Temos de atrair talentos e oferecer condições de trabalho competitivas. Temos de apostar no desenvolvimento da IA produzida na Europa», concluiu Sandra Parthie. (ll)