The EESC issues between 160 and 190 opinions, evaluation and information reports a year.
It also organises several annual initiatives and events with a focus on civil society and citizens’ participation such as the Civil Society Prize, the Civil Society Days, the Your Europe, Your Say youth plenary and the ECI Day.
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The EESC brings together representatives from all areas of organised civil society, who give their independent advice on EU policies and legislation. The EESC's326 Members are organised into three groups: Employers, Workers and Various Interests.
The EESC has six sections, specialising in concrete topics of relevance to the citizens of the European Union, ranging from social to economic affairs, energy, environment, external relations or the internal market.
Numa resposta conjunta ao adiamento pela Comissão Europeia da iniciativa sobre a resiliência hídrica, representantes do Comité Económico e Social Europeu (CESE), do grupo do Parlamento Europeu (PE) para a água e do Comité das Regiões Europeu (CR) enviaram uma carta aberta ao vice-presidente executivo Maroš Šefčovič, solicitando à Comissão que adote uma abordagem abrangente da água e reiterando o seu apelo para um Pacto Azul Europeu.
Numa resposta conjunta ao adiamento pela Comissão Europeia da iniciativa sobre a resiliência hídrica, representantes do Comité Económico e Social Europeu (CESE), do grupo do Parlamento Europeu (PE) para a água e do Comité das Regiões Europeu (CR) enviaram uma carta aberta ao vice-presidente executivo Maroš Šefčovič, solicitando à Comissão que adote uma abordagem abrangente da água e reiterando o seu apelo para um Pacto Azul Europeu.
A carta reflete as preocupações conjuntas destas instituições relativamente ao adiamento da iniciativa sobre a resiliência hídrica, que consideram um sinal preocupante no que diz respeito ao compromisso da UE de fazer face aos desafios cada vez maiores da Europa no domínio da água. As três instituições representam a sociedade civil da UE, os cidadãos e os governos locais, respetivamente.
Propõem uma abordagem holística e colaborativa que integre a água em todas as políticas, a fim de garantir um acesso social equitativo, o acesso dos agricultores, das indústrias e das infraestruturas, além de ter em conta os aspetos sociais, económicos e ambientais da água.
Esta mudança visa ir além das abordagens fragmentadas existentes, promovendo uma estratégia autónoma para a água mais abrangente e eficaz. Este convite interinstitucional insta a Comissão a prosseguir os seus trabalhos no âmbito da iniciativa sobre a resiliência hídrica e a considerar a água uma das principais prioridades da UE no próximo mandato (2024-2029).
A fim de destacar os esforços da sociedade civil para travar a epidemia silenciosa de doenças mentais na UE, o CESE publicou uma brochura que apresenta uma série de candidaturas ao Prémio para a Sociedade Civil sobre a saúde mental. A brochura está disponível aqui.
A fim de destacar os esforços da sociedade civil para travar a epidemia silenciosa de doenças mentais na UE, o CESE publicou uma brochura que apresenta uma série de candidaturas ao Prémio para a Sociedade Civil sobre a saúde mental. A brochura está disponível aqui.
O Comité Económico e Social Europeu (CESE) organizou, entre 4 e 7 de março, a primeira Semana da Sociedade Civil, que reuniu mais de 800 representantes de organizações da sociedade civil e grupos de jovens para debater as próximas eleições e o futuro da UE. As conclusões serão integradas numa resolução do CESE, a adotar em julho, que apresentará as expectativas da sociedade civil para os governantes que iniciarão o seu mandato no Parlamento Europeu e na Comissão Europeia.
O Comité Económico e Social Europeu (CESE) organizou, entre 4 e 7 de março, a primeira Semana da Sociedade Civil, que reuniu mais de 800 representantes de organizações da sociedade civil e grupos de jovens para debater as próximas eleições e o futuro da UE. As conclusões serão integradas numa resolução do CESE, a adotar em julho, que apresentará as expectativas da sociedade civil para os governantes que iniciarão o seu mandato no Parlamento Europeu e na Comissão Europeia.
capacitar os cidadãos para dialogarem com a UE e exercerem os seus direitos democráticos;
identificar e combater as ameaças aos valores democráticos, como a desinformação e a apatia dos eleitores;
recolher recomendações da sociedade civil que contribuam para os futuros planos da UE.
As primeiras mensagens formuladas pelas organizações da sociedade civil para os novos dirigentes da UE salientaram, nomeadamente, uma governação reativa, políticas inclusivas e um futuro sustentável para todos os europeus.
Luta contra a desinformação
Com as eleições europeias na mira, os representantes da juventude e os jornalistas manifestaram a sua preocupação com a propagação flagrante de desinformação e o aumento da polarização nos meios digitais, salientando a necessidade de quadros jurídicos sólidos. A sociedade civil apela para a colaboração entre os governos, as escolas e as empresas tecnológicas com vista a promover a literacia digital, fomentando um ambiente digital inclusivo e rico em conhecimento.
Uma economia ao serviço das pessoas e do planeta
A sociedade civil apelou para um afastamento dos modelos centrados no crescimento, devendo privilegiar-se abordagens holísticas que deem prioridade ao bem-estar, à prosperidade e aos limites ambientais. Neste sentido, as organizações de juventude manifestaram-se a favor de uma diretiva relativa à sustentabilidade das empresas e propuseram a aplicação de impostos especiais sobre os produtos nocivos para o ambiente.
Os participantes salientaram igualmente o papel da UE na transformação digital, solicitando uma liderança ética para a inteligência artificial e a educação dos cidadãos, enquanto medidas que visam assegurar um crescimento económico responsável e dotar os cidadãos de ferramentas que lhes permitam acompanhar a evolução do panorama tecnológico.
Capacitar os jovens
A sociedade civil insistiu na necessidade de capacitar os jovens para moldarem o futuro da Europa. Defendeu que todas as políticas da UE devem prever uma avaliação do seu impacto nas gerações mais jovens, realizando a chamada «avaliação da perspetiva dos jovens». Em particular, os grupos de jovens propuseram a fixação de quotas para jovens nas eleições para o Parlamento Europeu, a fim de aumentar a sua representação.
Reforçar a democracia
Os participantes apelaram para uma democracia mais resiliente e inclusiva, destacando o diálogo civil estruturado a todos os níveis de governo. Este diálogo, associado ao reforço das capacidades, visa reforçar a sociedade civil nos países candidatos à adesão à UE, promovendo um ambiente seguro e propício para que a sociedade civil prospere na Europa.
Ir além da caixa de sugestões
A semana expôs os pontos fortes e as fragilidades da Iniciativa de Cidadania Europeia (ICE). Embora se reconheçam os seus êxitos, foi notório o sentimento de frustração devido à capacidade de resposta insuficiente das instituições da UE. Lançaram-se apelos para que as ICE conduzam a respostas concretas, de modo a promover parcerias mais fortes e fomentar a participação dos cidadãos através da partilha de boas práticas.
Perspetivas futuras
Estas recomendações contribuirão para uma resolução, a emitir pelo CESE em breve, que apresentará as expectativas da sociedade civil para o próximo Parlamento Europeu e a próxima Comissão Europeia. (gb)