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It also organises several annual initiatives and events with a focus on civil society and citizens’ participation such as the Civil Society Prize, the Civil Society Days, the Your Europe, Your Say youth plenary and the ECI Day.
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The EESC brings together representatives from all areas of organised civil society, who give their independent advice on EU policies and legislation. The EESC's326 Members are organised into three groups: Employers, Workers and Various Interests.
The EESC has six sections, specialising in concrete topics of relevance to the citizens of the European Union, ranging from social to economic affairs, energy, environment, external relations or the internal market.
Em 1 de julho, a Hungria assumiu a Presidência do Conselho da UE e terá um papel fundamental a desempenhar na liderança da Europa.
No contexto de renovação política determinado pelas eleições europeias, o CESE pretende ser um parceiro responsável da Presidência húngara e desempenhar um papel-chave na definição de algumas das prioridades políticas do próximo ciclo legislativo. A pedido da Presidência húngara, o Comité elaborará dez pareceres exploratórios.
Em 1 de julho, a Hungria assumiu a Presidência do Conselho da UE e terá um papel fundamental a desempenhar na liderança da Europa.
No contexto de renovação política determinado pelas eleições europeias, o CESE pretende ser um parceiro responsável da Presidência húngara e desempenhar um papel-chave na definição de algumas das prioridades políticas do próximo ciclo legislativo.
A pedido da Presidência húngara, o Comité elaborará dez pareceres exploratórios. Consulte a nova brochura para obter mais informações e para saber quem são os membros húngaros do CESE e as organizações que representam. (cw)
Como assegurar a sustentabilidade social, ambiental e económica do setor agroalimentar da UE no contexto de um futuro alargamento?
O Fórum Europeu da Juventude (FEJ), a maior plataforma de organizações de juventude na Europa, que tem defendido estágios de qualidade nos últimos dez anos, juntou-se ao CESE no seu apelo contra estágios não remunerados. A nossa convidada especial, Cláudia Pinto, do FEJ, analisa a proposta mais recente da Comissão para melhorar a qualidade dos estágios na União Europeia (UE) e enumera todas as suas lacunas, não obstante considerá-la um importante passo em frente.
O Fórum Europeu da Juventude (FEJ), a maior plataforma de organizações de juventude na Europa, que tem defendido estágios de qualidade nos últimos dez anos, juntou-se ao CESE no seu apelo contra estágios não remunerados. A nossa convidada especial, Cláudia Pinto, do FEJ, analisa a proposta mais recente da Comissão para melhorar a qualidade dos estágios na União Europeia (UE) e enumera todas as suas lacunas, não obstante considerá-la um importante passo em frente.
Hoje em dia, a procura de emprego para os jovens resume-se frequentemente a uma sucessão de estágios não remunerados. Que promessa lhes fazem? Que os estágios não remunerados são uma porta de entrada no mercado de trabalho, proporcionando aos jovens acesso a contactos e a novas experiências de aprendizagem.
Claramente, o que um estágio não remunerado não proporciona é independência financeira. Como comprar alimentos, pagar a renda e todas as outras contas que se vão acumulando quando se trabalha gratuitamente?
Os estágios não remunerados são uma forma de exploração dos jovens no mercado de trabalho. Reforçam a exclusão social, uma vez que o trabalho gratuito só é possível para aqueles que têm meios financeiros, excluindo imediatamente os jovens oriundos de meios desfavorecidos. Ainda pior é o facto de estarem a substituir os empregos de início de carreira, contribuindo assim para um mercado de trabalho ainda mais precário.
O Fórum Europeu da Juventude tem defendido estágios de qualidade nos últimos dez anos. Ao longo dos últimos dois anos, temos divulgado ativamente a campanha «Pode permitir-se trabalhar gratuitamente?», que exige uma diretiva para proibir os estágios não remunerados no mercado de trabalho em todos os Estados-Membros da UE.
Em março deste ano, a Comissão Europeia publicou, finalmente, a sua proposta para melhorar a qualidade dos estágios na União Europeia, que prevê a adoção de uma diretiva. Trata-se de um passo importante na direção certa, que foi alcançado graças ao trabalho incansável de sensibilização levado a cabo pelos jovens em todo o continente. Infelizmente, apesar desse passo em frente, a diretiva não garante claramente estágios remunerados no mercado de trabalho.
A preocupação principal do Fórum Europeu da Juventude relativamente ao texto proposto é o facto de abordar apenas uma parte do problema, designadamente os falsos estágios – empregos reais dissimulados como estágios com o objetivo de oferecer piores condições de trabalho, especialmente em termos de remuneração –, em vez de se concentrar em todos os estágios no mercado de trabalho. A Comissão Europeia propõe, na verdade, uma diretiva de execução, que coloca uma grande pressão sobre as inspeções do trabalho, já subfinanciadas e sobrecarregadas.
Por conseguinte, o Fórum Europeu da Juventude está muito preocupado com a aplicação concreta da diretiva e com a forma como os direitos dos jovens serão respeitados na prática. No essencial, a proposta não concede direitos aos estagiários, definindo apenas o que os estágios não devem ser. Inclui um princípio de não discriminação dos estagiários. Não obstante, o Fórum Europeu da Juventude está preocupado com a forma como os Estados-Membros transporão a diretiva para a legislação nacional, possivelmente deixando aos empregadores margem de manobra para continuarem a explorar os jovens.
Paralelamente a uma proposta de diretiva, a Comissão Europeia propôs também uma nova recomendação do Conselho para atualizar o Quadro de Qualidade para os Estágios, alargando o seu âmbito de aplicação a todos os tipos de estágios e incluindo princípios relativos ao acesso à remuneração e à proteção social. Congratulamo-nos por ler estes princípios numa proposta, mas lamentamos que a recomendação do Conselho não seja vinculativa.
O Fórum Europeu da Juventude continuará a defender os direitos dos jovens e a lutar por condições de trabalho justas. Apelamos ao Conselho Europeu e ao Parlamento Europeu para que reforcem o texto e assegurem que não existem lacunas que permitam que se continue a explorar os jovens. Para mais informações sobre esta proposta, leia o nosso artigo «Two Steps Forward One Step Back» [Dois passos em frente e um para trás].
Cláudia Pinto dirige as atividades de sensibilização do Fórum Europeu da Juventude sobre a transição dos jovens do ensino para o mercado de trabalho, com destaque para as políticas destinadas a melhorar a qualidade dos estágios na Europa. Especialista em política social e laboral europeia, trabalhou anteriormente na Confederação Europeia dos Sindicatos Independentes.
Control de las inversiones extranjeras en la Unión