Turismo e sustentabilidade

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Em 1 de janeiro, a Polónia sucedeu à Hungria na condução dos destinos da UE e exercerá a Presidência do Conselho durante o primeiro semestre de 2025. A Presidência polaca surge num momento de viragem para a Europa, coincidindo com o início do novo mandato da Comissão Europeia. 

Em 1 de janeiro, a Polónia sucedeu à Hungria na condução dos destinos da UE e exercerá a Presidência do Conselho durante o primeiro semestre de 2025. A Presidência polaca surge num momento de viragem para a Europa, coincidindo com o início do novo mandato da Comissão Europeia. 

Num contexto que continua a ser marcado pela guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia e por tensões geopolíticas sem precedentes na história recente da Europa, a Polónia está a centrar as suas prioridades no tema global da segurança. Este tema abrange a segurança no plano externo e interno e a sua dimensão económica, energética, alimentar e sanitária bem como a garantia do Estado de direito.

Estas prioridades vão ao encontro dos esforços do Comité Económico e Social Europeu (CESE) para promover a coesão, salvaguardar os valores democráticos e assegurar uma prosperidade estável. «O CESE orgulha-se de ser um parceiro fiável e empenhado da Presidência polaca. Estamos dispostos a desempenhar um papel ativo na definição das prioridades políticas que marcarão este novo ciclo europeu», afirmou o presidente do CESE, Oliver Röpke.

A pedido da Presidência Polaca, o Comité elaborará 14 pareceres exploratórios. Consulte a nova brochura para saber mais sobre estes pareceres e outros trabalhos do CESE durante o primeiro semestre de 2025 e para conhecer os membros polacos do CESE e as organizações que representam. A brochura está exclusivamente disponível em linha em inglês, polaco, francês e alemão. (ll)

23 de janeiro de 2025

Projeção do filme «Flow – À deriva», candidato ao LUX – Prémio Europeu do Público para o Cinema de 2025

3 de fevereiro de 2025

A justiça social na era digital

18 de fevereiro de 2025

Rumo à Cimeira Mundial sobre a Deficiência: Para um desenvolvimento e uma ação humanitária inclusivos em matéria de deficiência

26 e 27 de fevereiro de 2025

Reunião plenária do CESE

23 de janeiro de 2025

Projeção do filme «Flow – À deriva», candidato ao LUX – Prémio Europeu do Público para o Cinema de 2025

3 de fevereiro de 2025

A justiça social na era digital

18 de fevereiro de 2025

Rumo à Cimeira Mundial sobre a Deficiência: Para um desenvolvimento e uma ação humanitária inclusivos em matéria de deficiência

26 e 27 de fevereiro de 2025

Reunião plenária do CESE

Pelo Grupo dos Trabalhadores

A indústria europeia enfrenta muitos desafios diferentes, nomeadamente os preços extremamente elevados da energia, as dificuldades em atrair mão de obra qualificada e o acesso ao financiamento. Em 2023, a UE apresentou o Plano Industrial do Pacto Ecológico, centrado na consecução da neutralidade carbónica. Na apresentação das suas orientações políticas no outono passado, a presidente Ursula Von der Leyen mencionou a importância de um «Pacto da Indústria Limpa» para assegurar indústrias competitivas e empregos de qualidade, no espírito do Relatório Draghi. 

Pelo Grupo dos Trabalhadores

A indústria europeia enfrenta muitos desafios diferentes, nomeadamente os preços extremamente elevados da energia, as dificuldades em atrair mão de obra qualificada e o acesso ao financiamento. Em 2023, a UE apresentou o Plano Industrial do Pacto Ecológico, centrado na consecução da neutralidade carbónica. Na apresentação das suas orientações políticas no outono passado, a presidente Ursula Von der Leyen mencionou a importância de um «Pacto da Indústria Limpa» para assegurar indústrias competitivas e empregos de qualidade, no espírito do Relatório Draghi.

A indústria é um elemento essencial das transições ecológica e digital e do nosso sistema económico. Mas o que significa este novo pacto para os trabalhadores? Uma mão de obra forte e sindicalizada, bem remunerada e beneficiando de boas condições de trabalho é um assunto importante não apenas para os sindicatos, mas também para a sociedade em geral, a democracia e a estabilidade social, assim como a produtividade das empresas.

Sem uma orientação apropriada e um financiamento público adequado, este pacto poderá acabar por assentar nos elementos mais favoráveis à desregulamentação contidos no Relatório Draghi e na agenda para a competitividade, o que poderá pôr em risco o modelo social europeu ao promover um modelo de concorrência nocivo que estimula um nivelamento por baixo dos salários e das condições de trabalho.

Para debater essa preocupação, o Grupo dos Trabalhadores do CESE e a Confederação Europeia de Sindicatos organizam, em 14 de fevereiro, nas instalações do CESE, uma conferência conjunta sobre uma política industrial europeia que favoreça empregos de qualidade. Podem participar no debate todas as partes interessadas, as quais convidamos desde já a anotarem a data nas suas agendas e a juntarem-se ao debate nesse dia. 

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Em dezembro, o Comité Económico e Social Europeu (CESE) exibiu o filme Under the Grey Sky sobre jornalistas bielorrussos que pagaram um preço pessoal terrível por terem denunciado a turbulência política no seu país.

 

Em dezembro, o Comité Económico e Social Europeu (CESE) exibiu o filme Under the Grey Sky sobre jornalistas bielorrussos que pagaram um preço pessoal terrível por terem denunciado a turbulência política no seu país.

Under the Grey Sky [Sob o céu cinzento], a primeira longa-metragem de Mara Tamkovich, cineasta polaco-bielorrussa, conta o drama de Lena, uma jornalista bielorrussa que acaba na prisão depois de transmitir em direto a repressão governamental de uma manifestação pacífica na Praça das Mudanças, em Minsk. O ano é 2020 e uma vaga de protestos sem precedentes atravessa a Bielorrússia na sequência das eleições fraudulentas que levaram Aleksandr Lukashenko a ser reeleito pela sexta vez.

Lena e a sua operadora de câmara Olya são detidas depois de continuarem a filmar os protestos, apesar de terem sido intercetadas por um drone da polícia. Lena é acusada inicialmente de «organizar motins e perturbar os transportes públicos», mas, numa reviravolta kafkiana absurda, as suas acusações são em seguida mudadas para «alta traição». O que deveria ser uma detenção administrativa de sete dias transforma-se numa pena de prisão de oito anos na sequência de um julgamento secreto. A sua colega é condenada a dois anos. O marido de Lena, Ilya, ele próprio perseguido pela polícia do regime, está desesperadamente a tentar tirá-la da prisão, tentando mesmo persuadir Lena a declarar-se culpada em troca da sua liberdade. Mas para Lena tal é inaceitável.

O filme inspira-se na história verdadeira da jornalista bielorrussa da Belsat TV Katsiaryna Andreyeva, do seu marido Ihar Iljash e da sua colega Darya Chultsova. Darya já cumpriu a sua pena de dois anos, mas Katsiaryna e Ihar encontram-se atualmente na prisão, cumprindo ela uma pena de prisão prolongada de oito anos e três meses. E não são de longe os únicos: no final de 2024, a Associação Bielorrussa de Jornalistas assinalou que 45 profissionais dos meios de comunicação social ainda se encontram na prisão. Muitos são alvo de pressões mesmo depois de fugirem para o estrangeiro.

O filme teve a sua estreia mundial no festival Tribeca, em Nova Iorque, em junho de 2024.

Em 13 de dezembro, Under the Grey Sky foi exibido no Comité Económico e Social Europeu (CESE) na presença de Mara Tamkovich, no âmbito de um seminário sobre o papel dos meios de comunicação social independentes bielorrussos na promoção de uma sociedade resiliente e democratizada.

O CESE Info falou com Mara Tamkovich sobre o filme:

Em que medida o filme se atém à realidade dos factos e do destino de Katsiaryna Andreyeva? Utilizou imagens reais dos protestos de 2020 e do caso de Katsiaryna Andreyeva?

As imagens reais são utilizadas várias vezes no filme. O protesto que as personagens estão a transmitir no início do filme foi efetivamente filmado por Katsiaryna Andreyeva e por Darya Chultsova. Essas são as imagens reais que integrámos numa cena interpretada por atores. A filmagem da detenção de Raman Bandarenka, que as personagens veem no seu computador portátil, também é a original [N.d.E.: o ativista Raman Bandarenka foi espancado até à morte por vândalos encapuçados depois de ter tentado impedi-los de cortar as fitas vermelhas e brancas que simbolizam a bandeira da Bielorrússia antes da ocupação soviética]. No final do filme, como uma espécie de epílogo, inseri uma montagem das imagens transmitidas em direto por Katsiaryna nos protestos.

A história de base do filme está estreitamente ligada à realidade: a forma como os jornalistas foram presos e julgados e as penas que lhes foram aplicadas. Mas o meu objetivo não era fazer uma descrição exata dos acontecimentos, mas sim apresentar a verdade emocional das escolhas que as pessoas tiveram de fazer e da realidade dolorosa que tiveram de enfrentar. As personagens têm nomes fictícios para estabelecer uma certa distância entre elas e as vidas reais que as inspiraram, mas também para convidar o público a refletir sobre essa história como uma de muitas, como metáfora do que aconteceu a toda a nação. 

O público na Bielorrússia sabe o que aconteceu a Katsiaryna Andreyeva e a outros jornalistas como ela? Sabe quantas pessoas sofreram o mesmo destino ou um destino semelhante?

Na Bielorrússia, as detenções políticas e a repressão aconteceram em tão larga escala que é difícil não estar ciente da situação. Pelo menos 130 000 pessoas sofreram diferentes formas de repressão e cerca de 500 000 abandonaram o país após 2020. O problema é simplesmente demasiado grande para se poder esconder.

Nos últimos anos, o número oficial de presos políticos (acusados ou condenados por acusações penais) na Bielorrússia manteve-se estável em cerca de 1 300 pessoas, mas há que ter em conta que centenas, se não milhares, já cumpriram a sua pena, algumas das quais foram libertadas mais cedo, e muitos dos recém-condenados receiam reivindicar o estatuto de prisioneiro político. A máquina da repressão está em constante atividade, com prisioneiros novos a substituir os que são libertados. 

Qual foi a sua motivação principal para fazer este filme? O que espera alcançar com ele?

Enquanto bielorrussa, quando o regime bielorrusso reprimiu brutalmente o protesto de 2020, senti que devia fazer alguma coisa. Enquanto antiga jornalista, percebo bem a perspetiva das minhas personagens. Enquanto cineasta, vi uma história forte e profundamente comovente que tinha de contar. 

Que mensagem ou emoção principal espera que ressoe no espetador ao ver o seu filme?

Espero mesmo que as pessoas reflitam um pouco sobre o que significa realmente a liberdade, quanto pode custar e se dão verdadeiramente valor ao que têm. Espero que pensem na Kacia e no Ihar e em todas as pessoas que estão fechadas numa prisão, uma vez que a liberdade é algo que muitas pessoas na Europa consideram um dado adquirido. 

O que deve fazer a UE – as suas instituições, a sociedade civil, as associações de jornalistas e de direitos humanos e os governos nacionais – para ajudar?

Insto a UE a não se esquecer da Bielorrússia e a não a considerar uma causa perdida. O apoio da UE é o que permite que a nossa cultura, os nossos meios de comunicação social e a sociedade civil sobrevivam sob esta pressão enorme, e, embora possa parecer um investimento a longo prazo, vale a pena fazê-lo.

 

O Comité Económico e Social Europeu (CESE), na sua qualidade de parceiro institucional da sociedade civil, anuncia com orgulho a segunda edição da Semana da Sociedade Civil. 

O Comité Económico e Social Europeu (CESE), na sua qualidade de parceiro institucional da sociedade civil, anuncia com orgulho a segunda edição da Semana da Sociedade Civil. 

Centrado no tema «Reforço da coesão e da participação nas sociedades polarizadas», o evento de quatro dias incluirá sessões lideradas pelo Grupo de Ligação do CESE com as redes europeias da sociedade civil. São de destacar igualmente o Dia da Iniciativa de Cidadania Europeia (ICE), a cerimónia de entrega do Prémio para a Sociedade Civil e os contributos dos conselhos económicos e sociais nacionais, de representantes da juventude, de jornalistas e de organizações da sociedade civil dos países candidatos.

As inscrições abrem em fevereiro de 2025. Mais informações disponíveis brevemente na página Web da Semana da Sociedade Civil (#CivSocWeek) e nos canais das redes sociais.  Fique atento/a!

Por Stefano Mallia, presidente do Grupo dos Empregadores

«Fomentar a competitividade em prol de uma prosperidade partilhada» é o objetivo principal das prioridades recentemente adotadas pelo nosso grupo.

Por Stefano Mallia, presidente do Grupo dos Empregadores

«Fomentar a competitividade em prol de uma prosperidade partilhada» é o objetivo principal das prioridades recentemente adotadas pelo nosso grupo.

Face aos atuais desafios globais, a competitividade e a criação de um ambiente favorável às empresas devem ser prioridades de topo da agenda política, promovidas através de medidas políticas concretas.

Numa UE favorável às empresas, a competitividade assenta na excelência e na concorrência sã, e não em subsídios ou no protecionismo, assegurando às empresas um acesso competitivo a todos os recursos de produção necessários. Uma UE favorável às empresas significa também dispor de uma regulamentação favorável à atividade empresarial e à produtividade, que minimize os encargos administrativos e assegure o pleno funcionamento do mercado único. Além disso, uma confiança sólida entre as empresas e os decisores políticos é fundamental não só para atrair investimentos mas também para salvaguardar os interesses das empresas da UE em relação aos concorrentes internacionais.


Por conseguinte, apelamos à adoção de 10 conjuntos de medidas políticas favoráveis às empresas enquanto principais prioridades:

  1. Uma reforma radical da abordagem regulamentar
  2. Sistemas de inovação produtiva centrados no investimento e na inovação
  3. Alta capacidade tecnológica no domínio da defesa, da segurança e da transição ecológica e apoio às empresas tecnológicas em fase de arranque
  4. Uma base industrial forte
  5. Mercados financeiros integrados através do desenvolvimento da União dos Mercados de Capitais e da União Bancária
  6. Acesso adequado a trabalhadores
  7. Sistemas energéticos e de transporte eficazes
  8. Igualdade de condições de comércio
  9. Transição ecológica orientada para as empresas
  10. Finanças públicas eficientes

Estas medidas são urgentes para tirar partido do impacto positivo da competitividade das empresas em prol de uma economia sólida e de uma UE influente a nível mundial.

Os relatórios de Enrico Letta e Mario Draghi foram um sinal de alerta: ou a UE volta a ser competitiva ou poderá enfrentar escolhas difíceis em matéria de bem-estar, normas ambientais e liberdades fundamentais.

Não podemos dar-nos a esse luxo.

O CESE recebeu centenas de candidaturas de escolas secundárias de toda a UE – e ainda dos países candidatos e do Reino Unido – para a edição deste ano de «A tua Europa, a tua voz». 

O CESE recebeu centenas de candidaturas de escolas secundárias de toda a UE – e ainda dos países candidatos e do Reino Unido – para a edição deste ano de «A tua Europa, a tua voz».

Os organizadores da iniciativa «A tua Europa, a tua voz» examinaram e avaliaram minuciosamente todas as candidaturas, selecionando 36 escolas secundárias para participar na edição de 2025, que terá lugar em 13 e 14 de março.

«A tua Europa, a tua voz» é o evento anual emblemático do CESE destinado à juventude e reunirá cerca de 100 estudantes e 37 professores. A edição deste ano realiza-se ao longo de um dia e meio sob o lema «Dar voz aos jovens» e centra-se no papel que os jovens podem desempenhar na construção de um futuro resiliente. Visa capacitá-los para participarem em ações cívicas e contribuírem ativamente para a democracia participativa nas suas comunidades e não só.

Enquanto o CESE ultima os preparativos para acolher os participantes, alguns dos seus membros visitarão as escolas selecionadas no início de 2025 para se reunirem com os participantes e trocarem ideias antes do evento principal.

As sessões de abertura e de encerramento de 14 de março de 2025 serão transmitidas em direto pela Internet. A hiperligação será publicada no sítio Web do CESE, na página Web oficial dedicada à edição de 2025 da iniciativa «A tua Europa, a tua voz» 2025 | CESE, onde será possível encontrar mais informações atualizadas sobre o evento.

Em 23 de janeiro, o CESE organizará uma sessão de visionamento do filme «Flow – À deriva», candidato ao LUX – Prémio Europeu do Público para o Cinema de 2025.

Em 23 de janeiro, o CESE organizará uma sessão de visionamento do filme «Flow – À deriva», candidato ao LUX – Prémio Europeu do Público para o Cinema de 2025.

Realizado pelo cineasta letão Gints Zilbalodis, este filme de animação aclamado pelos críticos é uma coprodução letã, francesa e belga. Granjeou reconhecimento mundial, conquistando o Globo de Ouro para Melhor Filme de Animação e prémios conceituados em festivais, como o Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, os Prémios da Associação de Críticos de Cinema de Nova Iorque e os Prémios Europeus de Cinema.

Acompanhe a viagem de Cat, um animal solitário que sobreviveu a uma inundação pós-apocalíptica, à medida que navega numa nova realidade e aprende a colaborar com as outras espécies presentes no barco que lhes serve de refúgio.

O evento insere-se numa série de projeções de filmes organizadas atualmente pelo CESE, em parceria com o LUX – Prémio Europeu do Público para o Cinema, do Parlamento Europeu, com o objetivo de promover a diversidade cultural e fomentar o diálogo sobre temas sociais prementes.

Milhares de cópias da última edição da popular brochura do CESE, o Passaporte Europeu para a Democracia, estão agora a ser distribuídas em toda a Europa. Se gostaria de saber se o Passaporte Europeu para a Democracia também está disponível em formato eletrónico, a resposta é afirmativa. 

Milhares de cópias da última edição da popular brochura do CESE, o Passaporte Europeu para a Democracia, estão agora a ser distribuídas em toda a Europa. Se gostaria de saber se o Passaporte Europeu para a Democracia também está disponível em formato eletrónico, a resposta é afirmativa. 

A versão interativa em linha apresenta vídeos, questionários, mapas e muito mais e já está disponível em 13 línguas, com versões linguísticas adicionais em preparação! Consulte-a e descubra de que forma pode realmente fazer a diferença!