Fornecimento de alimentos garantido através de supermercados e fábricas têxteis reorientadas para a produção de máscaras

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Gonçalo LOBO XAVIER
Confederação Empresarial de Portugal

No setor do comércio a retalho, nunca parámos de trabalhar – pelo contrário, trabalhámos mais do que nunca, especialmente no abastecimento alimentar e de outros bens de consumo essenciais. A prioridade foi assegurar que os supermercados podiam continuar a abastecer os cidadãos: era necessário manter as portas abertas, assegurar a produção nacional e trabalhar em estreita colaboração com os fabricantes de papel higiénico! (risos)

Com o levantamento progressivo das restrições, solicitámos ao governo que relançasse a economia – era necessário reabrir o país e organizar o regresso ao trabalho e à atividade, sempre em conformidade com as prioridades de saúde pública.

Explicámos à Direção-Geral da Saúde que era possível manter os supermercados abertos e proteger simultaneamente a saúde das nossas equipas, dos consumidores e dos trabalhadores. Paralelamente, em colaboração com fábricas de têxteis temporariamente impossibilitadas de continuarem a sua atividade normal, procurámos soluções para produzir máscaras e vendê-las nos supermercados. O nosso objetivo era produzir e distribuir máscaras reutilizáveis destinadas ao pessoal dos supermercados. Conseguimos reorientar a produção de empresas e fábricas de têxteis para produzir as tão necessárias máscaras.

Juntos somos mais fortes!